PAÇO IMPERIAL

O Paço Imperial é um prédio colonial, localizado no centro do Rio de Janeiro. O que essa construção tem de mais forte é o fato de ter sempre abrigado os poderosos do início da Cidade Maravilhosa. Construído no século XVIII, o Paço Imperial é considerado o mais importante dos edifícios civis coloniais do Brasil. Foi lá que D. Pedro I decidiu ficar no Brasil e não voltar a Portugal – Dia do Fico. Lá, também, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea.

CAPELA REAL IMPERIAL

Palco de alguns dos mais importantes momentos da nossa história, como a coroação de D. Pedro I e D. Pedro II, além de cenário dos casamentos reais, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé é um Ponto Carioca diferenciado. A capela, que estava em estado precário, desabou e, por volta de 1761, foi construído um novo templo. O seu interior inclui ainda a belíssima talha dourada em estilo rococó, do Mestre Inácio Ferreira Pinto.

ARCO DOS TELES

Obra do engenheiro João Fernandes Pinto Alpoim, o Arco do Teles foi construído em meados do século XVIII para ligar a antiga Praça do Carmo, hoje Praça XV, à Rua da Cruz, atual Rua do Ouvidor. O arco fazia parte da residência da família Teles de Menezes, proprietária dos prédios no local. Por isso o nome. A área era frequentada por toda a alta sociedade carioca, que muitas vezes era atraída pela devoção a uma imagem de Nossa Senhora dos Prazeres, colocada em um espaço no interior do Arco do Teles. Cruzar o Arco do Teles, seja durante a semana para realizar alguma tarefa do dia ou para comer em algum restaurante local, ou em um final de semana para aproveitar uma festa, é caminhar pela história do Rio.

BANCO DO BRASIL

O CCBB Rio de Janeiro ocupa o histórico nº 66 da Rua Primeiro de Março, no centro da cidade, prédio de linhas neoclássicas que, no passado, esteve ligado às finanças e aos negócios. Sua pedra fundamental foi lançada em 1880, materializando projeto de Francisco Joaquim Bethencourt da Silva (1831-1912), arquiteto da Casa Imperial, fundador da Sociedade Propagadora das Belas-Artes e do Liceu de Artes e Ofícios.

Inaugurado como sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro, em 1906, sua rotunda abrigava o pregão da Bolsa de Fundos Públicos. Na década de 1920 passou a pertencer ao Banco do Brasil, que o reformou para abertura de sua sede. Esta função tornou o edifício emblemático do mundo financeiro nacional e duraria até 1960, quando cedeu lugar à Agência Centro do Rio de Janeiro e depois à Agência Primeiro de Março.

No final da década de 1980, resgatando o valor simbólico e arquitetônico do prédio, o Banco do Brasil decidiu pela sua preservação ao transformá-lo em um centro cultural.

IGREJA DA CANDELÁRIA

O desenho da Igreja da Candelária foi inspirado em obras do barroco português, como a Igreja do Convento de Mafra e a Basílica da Estrela, na capital portuguesa.

Além de ser uma verdadeira obra de arte da arquitetura brasileira, a Candelária tem outro grande atrativo. A fachada do prédio está voltada para a Baía de Guanabara – que já foi via principal de entrada para a Cidade Maravilhosa. Anos após a inauguração do templo, o projeto inicial, que só tinha uma nave, passou a ter três. A nave anteriormente construída foi substituída, porém a fachada original do projeto de Roscio foi mantida. Por volta de 1856 essa reforma foi encerrada.

QUINTA DA BOA VISTA

Durante os séculos XVI e XVII, a região onde hoje está a Quinta da Boa Vista era uma fazenda de Jesuítas. No ano 1759, os religiosos foram retirados do lugar e a área passou a ser ocupada por alguns fazendeiros. No ano 1803, ergueu-se um casarão sobre uma colina, da qual se tinha uma boa vista da baía de Guanabara. Isso deu origem ao nome ‘Quinta da Boa Vista’”. Em 1808, a Família Real chegou ao Brasil e não haviam muitos espaços residenciais no Rio de Janeiro para abrigar a Corte. Por isso, Elias doou sua propriedade ao Príncipe-Regente D. João, que decidiu transformá-la em Residência Real.

MUSEU NACIONAL

Numa ponta que avançava sobre o mar, posteriormente conhecida como Ponta do Calabouço, entre as praias de Piaçaba e Santa Luzia, no centro histórico do Rio de Janeiro, os portugueses construíram em 1603 a Fortaleza de Santiago, origem do conjunto arquitetônico que hoje abriga o Museu Histórico Nacional. Atualmente, o Museu Histórico Nacional ocupa todo o complexo arquitetônico da Ponta do Calabouço e tornou-se o mais importante museu de história do país, reunindo um acervo com cerca de 258 mil itens, entre objetos, documentos e livros, e sendo uma instituição de produção e difusão de conhecimento. O Museu Histórico Nacional mantém, em 9.000m² de área aberta ao público, galerias de exposições de longa duração e temporárias, além da Biblioteca especializada.